A Câmara tentará votar, mais uma vez, a urgência pedida para o projeto de lei que trata da dívida dos Estados com a União. Na semana passada, o governo foi derrotado. Eram necessários 257 votos e a matéria obteve apoio de apenas 253, com 131 contrários. Segundo o texto original, a assinatura dos aditivos dependerá da aprovação de lei que proíba o aumento de despesas com pessoal nos dois anos seguintes e de outras leis com duração definitiva para diminuir despesas. O texto deverá sofrer mudanças para incorporar o acordo entre o governo interino e os governadores sobre a diminuição dos valores das parcelas pagas a partir de janeiro de 2017 e seu aumento gradual novamente até junho de 2018. Haverá ainda uma moratória até dezembro deste ano.