As pressões deflacionárias na China diminuíram mais em maio, levando algum alívio a empresas sem dinheiro, mas a inflação ao consumidor foi menos intensa que o esperado, sugerindo que o banco central vai manter o apoio nos próximos meses sem pressa para cortar a taxa de juros. O índice de preços ao consumidor subiu 2% em maio na comparação anual, ante avanço de 2,3% em abril.