Grandes empreiteiras como a OAS, Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez viram seus contratos minguarem nos últimos dois anos. Em recuperação judicial, a OAS recebeu neste ano R$ 853,4 mil por um contrato para manutenção de estradas no Nordeste –99% menor do que os R$ 82,6 milhões de 2013, antes da Lava Jato. Já a Andrade Gutierrez obteve ao todo R$ 555,7 mil em contrato para a construção da ferrovia Oeste Leste, na Bahia. Em 2015, a empresa fechou acordo de leniência com a Procuradoria-Geral da República, por isso, pagará R$ 1 bilhão em multa. A Camargo Corrêa, que recebeu R$ 1,9 milhão do governo federal, também fechou acordo de leniência com multa de R$ 700 milhões. Há dois anos, antes o início da Operação Lava Jato, a empresa havia fechado 2013 como a segunda empreiteira que mais recebeu do governo, com R$ 592,6 milhões.