Desde a grande reformulação fiscal conduzida por Campos-Bulhões, na década de 60 – há, portanto, meio século – o Brasil já passou por tantas versões frustradas de reforma tributária, que até a expressão ou intenção de reformar se desgastou. O brasileiro, especialmente o jovem-adulto, que apenas se aproxima da sua madurez financeira, em geral ignora o que é, ou como seria, uma “reforma tributária”. Mesmo assim, o interesse por se conquistar um sistema fiscal com menos impostos e menos gastança inútil ou ineficiente, por parte de governos, é uma percepção que aparece constantemente nas pesquisas de opinião, citada entre as principais reivindicações de cidadãos de todas as faixas etárias e sociais e de todas as regiões do País. Mesmo sem saber muito bem, mas percebendo, intuindo, o brasileiro reivindica a “sua” reforma tributária. Mas qual delas, entre tantas e tão profusas propostas oficiais, sugestões oficiosas e palpites informais?
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