As votações das reformas trabalhista e da Previdência, prioridades do governo no Congresso em 2017, vão levar mais tempo do que o Palácio do Planalto esperava. As duas propostas estão na Câmara e dependem, além de votação na comissão e no plenário dos deputados, do aval dos senadores. O governo contava com a aprovação, ainda no primeiro semestre, da proposta que estabelece idade mínima de 65 anos para aposentadoria. O importante, na avaliação de integrantes do governo, é que o texto –que tem sido criticado inclusive por parlamentares da base aliada– não termine desfigurado. A reforma trabalhista vai atrasar pelo menos um mês em relação à expectativa inicial do governo.