O dólar em alta e a atividade econômica em baixa continuam a ajudar no saldo da balança comercial. Em maio deste ano, a diferença entre exportações e importações apontou superávit de US$ 6,4 bilhões, o mais alto para o período desde o início da série histórica, em 1989. O recorde anterior para este mês foi registrado em 2008, quando o superávit alcançou R$ 4,6 bilhões. Nos cinco primeiros meses do ano, o saldo está positivo em US$ 19,7 bilhões, outro recorde para o comércio exterior brasileiro.