O volume de contratos de compra de imóveis cancelados cresceu R$ 512 milhões no ano passado em relação a 2014 em sete das principais incorporadoras de capital aberto do país. Em 2015, Direcional, Eztec, Gafisa, MRV, PDG, Rossi e Tecnisa somaram R$ 6,4 bilhões em distratos, segundo dados divulgados pelas empresas. A dificuldade de assumir as prestações do financiamento bancário ao tomar posse das chaves (antes disso, os pagamentos são feitos à construtora) é uma das principais razões para o cancelamento.