Os cinco maiores bancos do país se preparam para o pior. Com a expectativa de quebra de empresas e de aumento do desemprego, separaram R$ 148 bilhões em seus balanços para fazer frente aos calotes que levaram em 2015 e mais os que temem levar neste ano. O mais preocupante é que, desse total, cerca de R$ 23 bilhões foram provisionados só para cobrir a possível inadimplência de clientes que hoje pagam em dia. Os bancos calculam que, com o agravamento da recessão, eles também deixarão de honrar seus compromissos.