Até junho do ano passado, o Banco Mundial estimava que 2016 traria uma melhora para a economia mundial e o Brasil. Ao lançar seu relatório global em janeiro, porém, a perspectiva de crescimento no Brasil havia sido substituída por recessão, e a projeção de crescimento do mundo sofreu um corte significativo. Para o Bird, há motivos para o atual pessimismo em relação ao desempenho da economia mundial, mas não há sinais de uma recessão global à vista. Segundo o banco, os principais riscos são a desaceleração das economias emergentes e o estresse nos mercados financeiros.