A indústria solicitou ao governo brasileiro que compre uma briga diplomática com a China e não reconheça o país como economia de mercado, ou seja, sem interferência estatal direta nos preços. O pedido, capitaneado pela Confederação Nacional da Indústria, foi assinado por 41 associações, incluindo calçados, alumínio, máquinas, eletrônicos, celulose, etc. O novo status está previsto em tratado assinado quando a China entrou na Organização Mundial de Comércio e deveria ser adotado por todos os países até 11 de dezembro de 2016. A China ameaça retaliar quem não cumprir o acordo. O receio da indústria brasileira é que a mudança inviabilize a aplicação de sobretaxas na importação de produtos para combater o dumping.