O Congresso dos Estados Unidos aprovou a reforma da governança do FMI, uma antiga reivindicação do Brasil e de outros países emergentes. A decisão abre caminho para atualizar a participação dos países nos processos decisórios da instituição, refletindo o peso de cada um na economia global. A reforma muda o equilíbrio de forças no Fundo. As chamadas economias mais avançadas (G-7) passarão a ter, somadas 41,2% dos votos, comparados com os atuais 43%. Serão, portanto, ultrapassadas pelos emergentes, cujo poder de decisão cresce de 42,1% para 44,7%.