Quatro prováveis novas delações estão agitando o mundo político: Guido Mantega e Antonio Palocci, ex-ministros da Fazenda do PT, Rodrigo Rocha Loures, ex-assessor especial de Michel Temer e Lucio Funaro, considerado operador de Eduardo Cunha. Todas têm potencial bastante amplo. A de Palocci, segundo especulações, envolveria empresas e instituições financeiras. O mais provável é que as delações não sejam feitas ao mesmo tempo. Mas devido ao estágio avançado das investigações, os prazos para as delações estão se esgotando.