A inadimplência sob controle e o cenário de menor risco com a retomada da economia abriram espaço para que os maiores bancos privados do país diminuíssem suas reservas contra calotes de clientes e melhorassem seus resultados no primeiro trimestre. Essa provisão menor contra os chamados créditos de liquidação duvidosa foi vista nos balanços do Itaú Unibanco, do Bradesco e do Santander. A maior queda em relação ao quarto trimestre, comparação que reflete melhor a trajetória dessas provisões, se deu no Bradesco, com recuo de 12%, para R$ 4,86 bilhões. No Santander, as despesas caíram 9,9%, a R$ 3,05 bilhões. E no Itaú tiveram queda de 7,4%, a R$ 5,39 bilhões.