O elevado endividamento das empresas, que se refletiu na queda dos investimentos, foi o grande responsável pela queda de 0,8% do PIB do terceiro trimestre, de acordo com nota divulgada pelo Ministério da Fazenda. “Esse quadro decorreu de condições anteriores ao estabelecimento da nova agenda econômica do governo, que se mostraram mais graves do que inicialmente percebidas”. O Ministério da Fazenda disse ainda que as projeções para 2016 e 2017 não foram alteradas. Ou seja, a previsão é de retração de 3,5% para 2016 e crescimento de 1% para 2017.