- O recesso do Congresso começa no dia 18 de julho. Para tanto, de acordo com a Constituição, é preciso votar o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). Seu relator, deputado Marcos Pestana, tem até 10 de julho para apresentar parecer. A proposta é votar o texto no plenário do Congresso até 14 de julho.
- Além da LDO, outros quatro temas devem dominar as discussões no Legislativo. A Reforma Trabalhista será votada no Senado em 5 de julho e será sancionada pelo presidente Michel Temer até o final do mês.
- Outro assunto é a Medida Provisória que reduz os setores beneficiados com a política de desoneração da folha de pagamentos. A expectativa é que seja votada pela Câmara antes do recesso.
- Sobre a denúncia contra o presidente Michel Temer, ele foi notificado pela Câmara na quinta-feira (29). Pela legislação, teria 10 sessões para apresentar defesa. Mas não deve consumir todo esse prazo, concluindo a análise antes do dia 17 de julho.
- A sabatina da nova procuradora-geral da República, Raquel Dodge, na Comissão de Constituição e Justiça do Senado pode acontecer no dia 12 de julho. Depois de analisada pela CCJ, seu nome tem de ser votado pelo plenário do Senado. Dodge substituirá Rodrigo Janot, cujo mandato termina em setembro.
- Janot entrou no Supremo Tribunal Federal (29) com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra a Lei da Terceirização. O relator é o ministro do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, que deu o prazo de 10 dias para o presidente Michel Temer se manifestar. Outras três ações que também questionam a lei tramitarão simultaneamente e serão julgadas em conjunto.
- Nos dias 25 e 26 de julho, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central se reúne para decidir sobre a taxa básica de juros, hoje em 10,25% ao ano. A expectativa é que haja nova redução. Prevalece a aposta numa queda para 9,50%.