A crise política que colocou as reformas trabalhista e previdenciária em compasso de espera aumentou o risco-país medido pelo CDS, mas, mesmo assim, o Brasil de hoje não é tão arriscado para os investidores quanto nos meses que antecederam o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff. Na quinta-feira (18), o CDS (uma espécie de seguro contra calote) chegou a 265 pontos, uma alta de 26% em relação à quarta-feira. Em janeiro de 2016, a cotação desse risco foi de 505 pontos, quando a tensão sobre o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff começou a crescer, praticamente o triplo do verificado logo após o segundo turno de 2014.