A greve promovida por entidades sindicais na última sexta-feira (28) não inviabiliza a Reforma da Previdência. Mas, combinada com o fato de o governo ainda não ter os votos suficientes para aprovar a proposta – são necessários 308 votos –, o lobby das entidades sindicais e a baixa popularidade do governo, fica evidente que o Executivo terá de fazer novas concessões. Seja na Comissão Especial, seja na votação em plenário. O Planalto precisará de mais tempo e a votação em primeiro turno deve acontecer no final de maio.