O Banco Central Europeu prometeu manter sua agressiva política de estímulos monetários ao menos até o final do ano, argumentando que as pressões inflacionárias na zona do euro permanecem fracas, apesar das expectativas de aumento mais rápido dos preços. Embora esperada, a decisão mostrou que a liderança do BCE resiste aos pedidos da Alemanha para começar a reduzir o esquema de € 2,3 trilhões em compras de títulos, ou ao menos sinalizar a intenção de fazer isso, uma vez que o crescimento e a inflação se recuperam. Em vez disso, o BCE manteve seu plano de continuar com as compras até dezembro.