O Ministério do Trabalho encaminhou à Casa Civil um texto para uma medida provisória que libera R$ 1,3 bilhão ao Programa de Proteção ao Emprego e o torna permanente. A previsão era que o programa terminasse neste ano. O valor até agora foi de R$ 170 milhões. São 116 empresas participantes, a maioria do setor automotivo. Os empregadores que entram no PPE reduzem a jornada e o salário dos empregados, mas o governo compensa a perda financeira deles. As companhias ficam proibidas de demitir. O cálculo é que, em quatro anos, o PPE preserve 200 mil postos, com 25% a menos de gastos que o do seguro-desemprego. Os recursos previstos são do Fundo de Amparo ao Trabalhador.