A anglo-australiana BHP Billiton se tornou a primeira grande mineradora mundial a adotar uma meta de ter metade de sua mão de obra composta por mulheres até 2025. A medida chama a atenção porque o setor é famoso pela falta de representatividade feminina, até mesmo nos conselhos de direção. Um estudo de 2015, com 500 mineradoras, mostrou que 8% dos diretores nos conselhos eram mulheres –a brasileira Vale não tem nenhuma, de acordo com o levantamento. Na BHP, as mulheres representam atualmente 17,6% da sua mão de obra, elas são 18,5% na rival e também anglo-australiana Rio Tinto.