A discriminação no mercado de trabalho francês, especialmente em relação às mulheres e aos estrangeiros, gera um custo econômico importante para o país. Segundo um estudo encomendado pelo governo, o PIB francês poderia crescer em média 6,9% se as taxas de emprego e perspectivas de carreira fossem mais igualitárias. A pesquisa inédita analisa o quanto esse fenômeno impacta na economia. Com um salário inferior, mulheres e descendentes de imigrantes consomem menos e pagam menos impostos e a economia deixa de ganhar de € 80 bilhões a € 310 bilhões, ressalta o estudo.