Depois de encolher desde 2014, a fatia de recursos que o país recebe de fundos globais voltados para a América Latina, os Brics ou as nações em desenvolvimento, como um todo, sobe desde junho. A parcela aplicada no país pelos fundos que investem exclusivamente em títulos de renda fixa de mercados emergentes atingiu 9,4% em julho, maior nível desde junho de 2015, segundo dados da consultoria EPFR Global. Apesar da recuperação recente, as fatias dos recursos recebidos pelo Brasil em comparação a seus pares não voltaram para os patamares muito elevados registrados entre 2009 e 2010.