O aumento das compras pela internet intensificou a pressão sobre as redes de logística, obrigadas a se adaptar a uma operação mais complexa, tanto no Brasil quanto no Exterior. O prazo médio de entrega das encomendas no Brasil, porém, subiu 35% entre 2013 e 2015, segundo a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm). A política de frete grátis também foi revista pelas empresas, passando de 56% para 42% no período, de acordo com levantamento da Ebit/Buscapé. As lojas virtuais culpam principalmente os Correios pelos resultados.  Em crise, a estatal teve prejuízo de R$ 2,1 bilhões no ano passado. E o governo estuda compartilhar a gestão de algumas áreas da empresa com a iniciativa privada. Um dos focos é a parte de logística.